Hoje é um bom dia!

Hoje é um bom dia  cá pela terra começa o 23.º Mês da Enguia com a presença do Ministro da Administração Interna, que chega mais cedo para assinar o auto de consignação da empreitada de adaptação da Escola Primária da Avenida a Posto da GNR e para apresentar formalmente em Salvaterra de Magos a “Operação Floresta Segura 2019”, outra feliz coincidência uma vez que hoje, também, é Dia Mundial da Protecção Civil, entretanto e antes da abertura oficial da Feira Nacional de Artesanato e de Produtos Tradicionais há uma visita à Falcoaria Real, monumento único e que simboliza a Falcoaria como Património Imaterial Cultural da Humanidade.

O dia é bom, simbólico mas permite evidenciar alguma da excelência que por cá temos na Capital Nacional da Falcoaria em mês em que a Enguia é Rainha, com o Tejo e a Leziria para contemplar a meia hora de Lisboa, o melhor de dois mundos: uma das cidades mais cool do mundo e a tranquilidade do mundo rural, ribatejano tolerante e amigo…

…e the last but not the least o facebook recordou-me da presença numa BTL com o reforço do que realmente importa no Zero Discrimination Day…As Pessoas!

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Venham, sintam-se convidados, sintam-se parte, partilhem connosco estas boas sensações.

#VisitRibatejo #VisitSalvaterradeMagos #VisitPortugal

Selo Protetor – Concelho de Salvaterra de Magos

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Aquele testemunho que é tão fácil de escrever, como de bloquear e não conseguir…

O ano começou com a emoção de assistir à apresentação deste projecto, 30 e 31 de Janeiro – Fórum GovInt no São Jorge em Lisboa, o ano termina com a alegria de levarmos três Selos Protetores para o Concelho de Salvaterra de Magos. Pelo meio um Fevereiro e Março de intenso, denso, dedicado e empenhado trabalho de todos os parceiros.

Hoje, o primeiro dia do resto da vida deste projecto tenho de reconhecer e agradecer a todas e todos, da Escola Profissional, a Vera Vidigal, a Silvia Fernandes e o Duarte Bernardo, do Agrupamento de Escola de Salvaterra de Magos, a Maria Castela Lopes, a Cristina Larginho e a Isabel Neves, do Agrupamento de Escolas de Marinhais a Isidora Saramago, a Maria Leonor Félix, a Celia Mercê e a Ana Arrais, da GNR o Manuel Gonçalves, o Fernando Simões, o José Pereira e o Nobre, da CPCJ a Ana Azinhaga, a Cilia Cristóvão, o João Correia, a Anabela Damásio, o Paulo Nuno Santa Bárbara, a Silvia Marcelino, a Margarida Vieira, o Pedro Machado, a Inês Duarte Gonçalves e a Ortélia Lobo.

Cada uma e cada um destes seres humanos foram fantásticos na paciência para me ouvir, assertivos nos contributos e incansáveis no trabalho de elaboração das candidaturas, para as quais tivemos o mês de Março para as fazer.

“Ambientes protetores não acontecem simplesmente, exigem planeamento, compromisso, acompanhamento e colaboração.”

Planeamos e assumimos o compromisso, mas nada disto teria sido possível sem o acompanhamento da Rosário Farmhouse e da Joana Garcia Fonseca, sem esquecer a Nélia Alexandre e a Fátima Silva, a atenção com que nos ouviam e esclareceram foi fantástica e por último mas não menos importante, na medida em que foi fundamental, a colaboração da Teresa Louro…foi ela que de Sintra se deslocou a Salvaterra de Magos e espantou os medos, as dúvidas e firmou a certeza que seríamos capazes, com todos os parceiros, desbloqueou o processo e fez-nos avançar, fez-nos sonhar…e como sabemos, quando se sonham o mundo pula e avança!

Foi provavelmente o projecto que mais satisfação me deu concretizar, juntar, arriscar, coordenar, delegar, colaborar, partilhar!

Obrigado a todos e a todas que concretizaram este desígnio de tornar o nosso território as nossas escolas mais protetoras dos riscos e perigos que, infelizmente, vão vivendo, e mais promotoras dos direitos das crianças e jovens.

Há no país 34 Selos Protetores, 3 são na nossa terra, salvo o erro, os únicos do Distrito de Santarém, uma responsabilidade temos de assumir: liderar pelo exemplo, praticar e divulgar as boa práticas, empurrar e puxar os outros para, também, assumirem este compromisso, o tal que foi tão bem definido pelos africanos…”para educar uma criança é preciso toda a aldeia” e que tão bem a Rosário Farmhouse hoje complementou com um…”para proteger uma criança é preciso toda a aldeia!

(este projecto é um processo de construção, nunca está completo e nem os protagonistas se eternizam nele, a quem entra agora…força, bom trabalho e sucesso)

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