De onde és tu?

Para quem não percebe do que se fala quando falamos em identidade, cultura e tradição…adivinhem lá de onde é este homem, qual será a sua nacionalidade?

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Carta Gastronómica da Lezíria do Tejo (VIII)

Galinhola de água frita

(receita de Palmira Xarana Maltêz Sereno, 65 anos – Vale da Pedra, Cartaxo)

Ingredientes: Alho, azeite, banha, cebola, louro, tomate, sal e vinho.

Modo de fazer: Depenam-se, amanham-se e cortam-se as galinholas em bocadinhos pequenos e vão para uma matinada de vinho, sal e alhos durante algum tempo. Numa frigideira com azeite, banha, alhos picados, louro, tomate corado em bocados e cebola picada fritam-se os bocados da galinhola.

#gostodeportasvelhas #GastronomiadaLeziriadoTejo #visitribatejo

Glossário 

Burnejo: miolo, a parte interior de alguns frutos e leguminosas.

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Recordar é viver…

Porque a tendência é darmos sempre tudo como adquirido, de sempre para sempre. Não, houve um tempo em que não era assim…

Portugal até 1975
Brasil até 1985
Timor até 1999

…em 91 houve dois momentos que motivaram o inicio da minha participação cívica, a segunda maioria de Cavaco Silva e o Massacre de Santa Cruz, passaram 27 anos…se fosse hoje? Iniciava novamente!

Video da RTP Arquivos: 1991 – Massacre de Santa Cruz

 

Resumo Analítico

Massacre de Santa Cruz (1991); vistas de Timor-Leste (1975); invasão de Timor; jornalista Adelino Gomes, em Timor (1975); Rui Araújo, jornalista em Timor (1983); manifestações Pró-Timor nos Estados Unidos da América; imagens intercaladas com declarações do jornalista Max Stahl, que filmou e divulgou as imagens do massacre, a contar como ocorreu o massacre em que as tropas indonésias abriram fogo sobre centenas de timorenses no cemitério de Santa Cruz; Arnold Kohen, ativista Pró-Timor, a afirmar que o filme de Max Stahl, do massacre de Santa Cruz, teve grande importância e um papel fundamental na divulgação internacional da situação de Timor; que os Estados Unidos da América apoiaram, com armas e apoio diplomático, a invasão inicial de Timor-Leste por parte da Indonésia e do impacto em Portugal das reportagens dos jornalistas Adelino Gomes e Rui Araújo (legendado).

Selo Protetor – Concelho de Salvaterra de Magos

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Aquele testemunho que é tão fácil de escrever, como de bloquear e não conseguir…

O ano começou com a emoção de assistir à apresentação deste projecto, 30 e 31 de Janeiro – Fórum GovInt no São Jorge em Lisboa, o ano termina com a alegria de levarmos três Selos Protetores para o Concelho de Salvaterra de Magos. Pelo meio um Fevereiro e Março de intenso, denso, dedicado e empenhado trabalho de todos os parceiros.

Hoje, o primeiro dia do resto da vida deste projecto tenho de reconhecer e agradecer a todas e todos, da Escola Profissional, a Vera Vidigal, a Silvia Fernandes e o Duarte Bernardo, do Agrupamento de Escola de Salvaterra de Magos, a Maria Castela Lopes, a Cristina Larginho e a Isabel Neves, do Agrupamento de Escolas de Marinhais a Isidora Saramago, a Maria Leonor Félix, a Celia Mercê e a Ana Arrais, da GNR o Manuel Gonçalves, o Fernando Simões, o José Pereira e o Nobre, da CPCJ a Ana Azinhaga, a Cilia Cristóvão, o João Correia, a Anabela Damásio, o Paulo Nuno Santa Bárbara, a Silvia Marcelino, a Margarida Vieira, o Pedro Machado, a Inês Duarte Gonçalves e a Ortélia Lobo.

Cada uma e cada um destes seres humanos foram fantásticos na paciência para me ouvir, assertivos nos contributos e incansáveis no trabalho de elaboração das candidaturas, para as quais tivemos o mês de Março para as fazer.

“Ambientes protetores não acontecem simplesmente, exigem planeamento, compromisso, acompanhamento e colaboração.”

Planeamos e assumimos o compromisso, mas nada disto teria sido possível sem o acompanhamento da Rosário Farmhouse e da Joana Garcia Fonseca, sem esquecer a Nélia Alexandre e a Fátima Silva, a atenção com que nos ouviam e esclareceram foi fantástica e por último mas não menos importante, na medida em que foi fundamental, a colaboração da Teresa Louro…foi ela que de Sintra se deslocou a Salvaterra de Magos e espantou os medos, as dúvidas e firmou a certeza que seríamos capazes, com todos os parceiros, desbloqueou o processo e fez-nos avançar, fez-nos sonhar…e como sabemos, quando se sonham o mundo pula e avança!

Foi provavelmente o projecto que mais satisfação me deu concretizar, juntar, arriscar, coordenar, delegar, colaborar, partilhar!

Obrigado a todos e a todas que concretizaram este desígnio de tornar o nosso território as nossas escolas mais protetoras dos riscos e perigos que, infelizmente, vão vivendo, e mais promotoras dos direitos das crianças e jovens.

Há no país 34 Selos Protetores, 3 são na nossa terra, salvo o erro, os únicos do Distrito de Santarém, uma responsabilidade temos de assumir: liderar pelo exemplo, praticar e divulgar as boa práticas, empurrar e puxar os outros para, também, assumirem este compromisso, o tal que foi tão bem definido pelos africanos…”para educar uma criança é preciso toda a aldeia” e que tão bem a Rosário Farmhouse hoje complementou com um…”para proteger uma criança é preciso toda a aldeia!

(este projecto é um processo de construção, nunca está completo e nem os protagonistas se eternizam nele, a quem entra agora…força, bom trabalho e sucesso)

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