real world

Hoje foi de aprendizagem, de contacto com os conceitos de first and last-mile, smart logistics, click and collect, last mile delivery. Uma plataforma logística brutal…cento e vinte mil contentores ano e a crescer, 60% exportações, crescimentos de dois dígitos ao ano na última década e, e, e…

Acessibilidades e mobilidade rodo-ferroviária, formação profissional, formação académica, fiscalidade e burocracia excessiva foram alguns dos constrangimentos identificados, registando os avanços dos últimos anos mas ficando claro que temos de andar mais depressa…o mundo é cada vez mais exigente e veloz.

Por fim, um derrube dos conceitos induzidos pelo tempo: a caixa que mudou o mundo foi a televisão, também…mas a revolução/evolução mundial foi, e é, mesmo proporcionada por uma outra caixa: o contentor.

#minesecoiratostreinadordebancada

A época começa com uma histórica transferência de 120 milhões de euros e a ansiedade de saber se Casilhas e Jonas continuam a espalhar magia pelos campos portugueses, sem eles e sem Félix, Brahimi e provavelmente Bruno Fernandes o campeonato fica mais fraquito…

Julho é, também, mês de regresso da bola aos relvados. Começar bem é importante, tratar bem a bola é essencial para preservar a integridade das competições. Já chega de piqueirada e caneladas na interpretação dos protocolos e na aplicação dos regulamentos.

#minesecoiratostreinadordebancada

🤞🏻🍀

Não é uma qualquer celebração do Galatasary, do Besikas ou do Fenerbache…é gente a celebrar (pela segunda vez em três meses) a vitória da oposição a Erdogan!

O que lá vem com Imamoglu é território desconhecido, as primaveras anunciadas tem corrido mal um pouco por todo o mundo, por ali porta entre o ocidente e o oriente deseja-se que corra bem, para bem deles… e nosso.

Ribatejo e Oeste (1)

As eleições legislativas estão ai a chegar. O momento por excelência de propor, reflectir e decidir o caminho que queremos… no PS é isso que fazemos com a preparação do Manifesto Eleitoral onde #todosdecidem, fazemo-lo também com as propostas para o manifesto regional, a ser preparado pelo Hugo Costa e cujo primeiro debate está agendado para 3 de julho em Torres Novas e ainda com a leitura das políticas implementadas durante a legislatura, o debate do estado da nação que fechará este ciclo governativo é já no próximo dia 10 de julho.

Para a Região a prioridade só pode ser o ordenamento do território, uma nova NUT II (Ribatejo e Oeste, ou outro nome qualquer) uma região com epicentro em Santarém e capacidade de definir as suas próprias estratégias de desenvolvimento sem estar de mão estendida em Lisboa e Vale do Tejo ou no Alentejo ou ainda no Centro. Estamos tão perto como longe de tudo, uma região “charneira”, definição que se torna tanto numa força como numa fraqueza e que abre um mundo de oportunidades, tantas como as ameaças.

A região é o caminho, só através dela podemos crescer (investimento, emprego, demografia, serviços públicos), só através dela conseguiremos ser coerentes no ordenamento do território, no combate e adaptação às condições climáticas, ao desenvolvimento do turismo e da oferta cultura.

Como isto está tudo ligado é no articular destas quatro estradas que o caminho se faz.

Hoje o “turismo” que já vale mais de 10% do PIB nacional e 10% do emprego total no país. Não será certamente por estarmos longe do ponto de chegada de milhões e milhões de pessoas a Portugal, não é certamente pela falta de oferta de produto, material e imaterial, como Fátima, como o Tejo, o Convento de Cristo, o Castelo de Almourol, a Falcoaria Real, a Companhia das Lezírias, a Sopa da Pedra, o Montado, a Golegã, José Relvas, Carlos Relvas, Camões e Saramago, o fandango, o presunto, o vinho, o pão e as gentes da riba e alem do Tejo, do litoral às beiras…uma amostra de Portugal como poucas regiões são capazes de oferecer e com produto consolidado no mundo ao qual só falta dar estratégia articulada, coerente, complementar. Não precisamos de concorrer com nenhuma região, completamos ciclos, preenchemos vidas, acrescentamos valor.

As políticas publicas tem de servir as pessoas é nelas que estão os investidores, os empreendedores, gente que desenvolve as aldeias e as vilas, as cidades e as economias locais. Hoje por feliz coincidência cruzaram-se na minha timeline dois novos projetos de alojamento local em Tomar e em Coruche…a cidade e a vila, o mundo urbano e o mundo rural.

Assim haja capacidade de inovar nas políticas locais (sem abandonar o ciclo básico do alcatrão, betão e serviços essenciais) que a oferta privada aparece para complementar e completar. 😉