Europeias 2019 (I)

As eleições são uma oportunidade para centrar o debate no essencial, as primeiras deste ano são as Europeias, importa pois perceber o que é a Europa para nós portugueses, para os europeus e para quem para cá quer vir viver. Somos território de coesão, de igualdade de oportunidades e de esperança? Integramos ou continuamos a fingir que não precisamos de gente? A paz que projectámos, solidária e fraterna é para se deixar murar ou continuamos a construir pontes?

Li hoje um texto da Cristina Cattaneo (médica forense e antropóloga, no livro “Naúfragos sem rosto”) que a determinada pergunta-se: “Que expectativas tinha este rapaz quando guardou, com tanto cuidado, um documento que comprovava que se esforçava nos estudos, que pensava que lhe abriria algum tipo de portas numa escola italiana ou europeia, e que agora está reduzido a um pedaço de papel empapado?”

A leitura, inquietou. Pode a direita e em especial Paulo Rangel e Nuno Melo continuar a debitar sound bytes sobre os filhos que tem pais, as mulheres que tem maridos, podem continuar no lamaçal… que nós (os que acreditam na Europa, que querem pais, irmãos, famílias, esperança e futuro para estas crianças e para todos nós) vamos continuar a construir, a reflectir e a debater com o Pedro Marques e os portugueses um novo contrato social para a Europa!

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