Em meu nome…

…e, porque me apetece!

Realizada a Assembleia, esclarecidos os sócios, aprovadas as Contas de 2013, importa agora reagir a umas quantas coisas, ditas e escritas por autarcas, que no seu pleno direito à opinião, a deveriam ter pelo menos informada.

Começaram por lançar suspeitas sobre os legítimos processos de decisão, apelidando-os de “pressão”, duvidaram da gestão e das intenções, chegando ao ponto de lamentar o “desnorte” dos responsáveis dos bombeiros de Salvaterra de Magos.

Vamos lá então…

1.º Os corpos sociais da Associação Humanitária do Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos, estão em funções mandatos pelos sócios que em Fevereiro de 2012 participaram no processo eleitoral, tomam decisões com base nas mais elementares regras da democracia…propostas, debate, votações, aprovações ou reprovações em função do número de votos apurados…confundir isto com qualquer “pressão” não é, não fazer a mínima ideia de como funciona uma associação é, isso sim, uma desgraçada convivência com a democracia e os seus mecanismos de funcionamento.

2.º Sobre a gestão da Associação…dados concretos: a) de 2009 para 2011 o passivo aumentou 81 534, 56 € em 2012 e 2013 o referido diminui de 422 635,28 para 331 863,63 € (é só fazer a conta…); b) de um resultado líquido, acumulado (2009 a 2011) de – 138 374,54 € foram fechadas as contas de 2012 e 2013 com resultados positivos de 23 305,40 € e 65 801,02 € respectivamente; c) para não maçar muito mais com números…há menos dívidas a fornecedores, menos dívida à banca, mais receita de quotização e menos dívidas de clientes; d) mais operacionalidade da Corporação, reflectida numa menor taxa de recusa de serviços (sempre garantidos por outras corporações) e num aumento de horas de serviços (8 mil) e quilómetros (230 mil); e e) redução para 0 (zero) a dívidas aos profissionais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos.

Julgo, mas admito que seja altamente suspeito, que estes dois pontos esclareçam e estabeleçam bem a diferença entre “pressão” e decisão e, “desnorte” e caminho firme…se bem que inverter as tendências de despesas e receitas possa dar em quatro anos, setas para cima e para baixo, sinais de negativo que passam a neutros e/ou positivo possa… confundir os mais distraídos…

3.º Relativamente aos Autarcas em questão, que um dia destes aqui os identificarei, não sem antes, os confrontar directamente, coisa que não pude fazer na passada sexta feira, por duas razões…uma mais simples, não estiveram presentes, outra mais complexa…não se inibiram dos bitaites apesar de não serem sócios da Associação…resta-me desafia-los a uma profunda reflexão sobre a forma como assumem as suas funções de autarca e de representação das populações, é que estas intervenções de “incendiários” alarmando as pessoas para perigos que não correm, é capaz de não ser a melhor forma do exercício dos mandatos e do direito à opinião.

4.º Sobre o conjunto de considerações feitas relativas à substituição de Comandante, e ao reequipamento da Corporação, deixo também o desafio de solicitarem reuniões com a Direcção da Associação para serem esclarecidos…é que de hiper valorizarem o trabalho de um, deixam uma boa dezena de outros de fora, o que no mínimo… não é bonito!
Até um dia destes…

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